O Corpo de Bombeiros encontrou, na tarde desta sexta-feira (17), o corpo do motorista de aplicativo José Edson da Silva, de 42 anos, no Rio Pardo, em Ribeirão Preto.
A equipe iniciou as buscas no trecho indicado pela Polícia Civil. No segundo mergulho, cerca de 15 minutos após o início da operação, os bombeiros localizaram a vítima no fundo do rio
Corpo estava no fundo do rio
De acordo com Bruno Sarilho, cabo do Corpo de Bombeiros, o corpo não estava preso em galhos ou outros obstáculos.
Segundo ele, a vítima permaneceu no fundo do rio, onde há grande quantidade de lodo. O oficial explicou que, quando um corpo afunda, é comum que ele permaneça no local até o processo natural de formação de gases, que faz com que volte à superfície.
“Ele estava no local indicado pelos policiais. Não estava preso a galhos. Ficou no fundo do rio e foi localizado logo no segundo mergulho“, afirmou.
“Ele estava no local indicado pelos policiais. Não estava preso a galhos. Ficou no fundo do rio e foi localizado logo no segundo mergulho“, afirmou.
Em novo depoimento, porém, eles confessaram envolvimento no crime, segundo a polícia.













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